sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

The Infinite Sadness

É o velho sentimento de sempre
São as mesmas dores com as mesmas noites
Fazendo a sua alma sangrar um pouco mais
Trazendo de volta essas lágrimas tão vulgares

São as mesmas promessas de sempre
O mesmo tom de voz e as palavras de sempre
E como um tolo numa corte de nobres tão cruéis
Você fica esperanda a próxima piada 

A vida é uma tristeza infinita
A vida é uma tristeza infinita
 
Às vezes você é uma piada
Acreditando nesses sentimentos tão distantes
Às vezes você é a piada
Que essa corja gosta tanto de rir
E ninguém vê a sua verdadeira imagem que se desfaz
Quem se importava com você agora faz parte dessa corja

A vida é uma tristeza infinita
A vida é uma tristeza infinita

E você sempre será a piada para esses seres imundos
Enquanto acreditar nesse velho sentimento
E você continua escondendo as suas marcas
Provocadas por pormessas não cumpridas, não cumpridas
Pormessas não cumpridas

Por favor, desliguem essa luz
Parem com essa dor

O futuro não existe para seres condenados como nós

Por favor, desliguem essa luz
Parem com essa dor

Por toda a sua vida você esperou por aquilo que perdeu pra sempre
Por toda a sua vida você esperou por aquilo que perdeu pra sempre
Por toda a sua vida você esperou por aquilo que perdeu pra sempre

Um comentário:

Livia Hay disse...

Essa sua poesia ficou mais lírica, melancólica e bonita do que nunca. Em alguns trechos parece musica, em outros da para imaginar umas cenas...algo que para mim seria uma mistura de obscuro com velas e cortinas de seda branca.
E pode contar a historia logo de uma vez, estou curiosa! ate mais!
beijos